ABPF

A Associação Brasileira de Preservação Ferroviária é uma entidade civil sem fins lucrativos de cunho histórico, cultural e educativo, que é reconhecida como OSCIP – Organização Social de Interesse Público (publicado no D.O.U. de 24 de dezembro de 2004). Nossa missão é promover o resgate e a conservação do patrimônio histórico ferroviário brasileiro, disponibilizando os bens à visitação pública, desde que a conservação do bem não seja colocada em risco.

Uma forma de visitação é através de uma viagem em nossos trens de passageiros. A operação destes trens é realizada pelos Museus Dinâmicos situados nas cidades Apiúna-SC, Campinas-SP, Passa Quatro-MG, Piratuba-SC, Rio Negrinho-SC, São Lourenço-MG, São Paulo-SP e Vila de Paranapiacaba em Santo André-SP. Nos Museus Dinâmicos estão abrigados vários tipos de locomotivas a vapor, vagões de carga e carros de passageiros de valor histórico. Adicionalmente, os museus exibem toda a estrutura que compõe uma ferrovia, desde as estações ferroviárias com seus equipamentos telecomunicação e sinalização até a própria via permanente (linha do trem).

Os trens de passageiros da ABPF utilizam locomotivas e carros antigos pertencentes ao nosso acervo, que foram restaurados por associados e colaboradores. Durante a viagem, os visitantes têm a oportunidade de vivenciar o meio de transporte utilizado por nossos antepassados, recebendo explicações sobre o funcionamento de uma locomotiva a vapor e ouvindo informações históricas relevantes. Todas as atividades desenvolvidas pela ABPF, dentre elas a operação das composições ferroviárias dos Museus Dinâmicos são realizadas pelos associados da ABPF na forma de trabalho voluntário. Nossos associados voluntários têm as mais variadas formações e ocupações, sendo alguns ferroviários da ativa e aposentados. Adicionalmente, a ABPF conta com as importantes colaborações financeiras dos associados e da colaboração de empresas parceiras, que têm um papel importante em nossas realizações. Ajude na preservação ferroviária do Brasil, associe-se à ABPF.

18 comments

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  • EVERTON

    bacana esse trabalho !

  • Nivas

    Deveriam recuperar o Madeira-Mamoré em Porto Velho, Rondônia, antes que se perca o pouco que restou.

    • bcsanches

      Olá,

      a ABPF é formada por voluntários e não temos nenhum grupo formado na região da EFMM. Depende das pessoas da região se organizarem e fazerem algo pela ferrovia. A ABPF certamente pode ajudar mas a iniciativa deve partir das pessoas da região.

      Atenciosamente

    • João Mario Burim

      Estive em Porto Velho em 1977 e tenho umas fotos. Não sei o que restou da famosa ferrovia, infelizmente desativada e hoje tão necessária.

      • bcsanches

        Olá,

        seria possível tornar públicas essas fotos?

        • Nivas Larsan

          Vou procurar as fotos que tirei, acho que foi em 2004. A linha Porto Velho – Salto Santo Antonio (12 km) ainda estava em funcionamento durante os finais de semana. Diversas locomotivas estavam apodrecendo às margens do rio e tomadas pelo mato. O museu ferroviário tinha poucas peças e era monitorada por um senhor, descendentes dos antigos operários e que tinha um nome bem tipico (infelizmente não me lembro). Muita gente morreu para se construir esta ferrovia e seria uma afronta às suas memórias deixar um patrimônio deste se perder para sempre. Estive também em Guajará-Mirim e cheguei a percorrer alguns quilômetros de trilhos em carrinhos construídos pelos ribeirinhos que ainda se aproveitavam do trajeto para se locomover. Na época cheguei a mandar correspondência ao Ministério dos Transportes, mas não obtive qualquer resposta.

        • Boa sugestão sou apaixonado pela história dessa ferrovia.aqui Arapongas Paraná Brasil.

  • jose livramento vallim

    Parabéns pelo trabalho que realizam com tanto amor e competência.
    Vendo A Velha Senhora – 353 – funcionando em Guararema fiquei muito emocionado, meu bis avo materno e avos materno e paterno foram Ferroviários, na Sorocabana e Central do Brasil.
    Não podemos deixar que a memoria da ferrovia seja perdida.

  • ALMYR PEREIRA DE REZENDE

    Caro Bruno – Meu velho pa,i chefe de estaçao da Central ( falecido a muito tempo) , falava nessa pacific 353..
    Era muito falada pelos trens que fazia, Rio/Sp/Bh inclusive, a 370 que está viva em Santos Dumont (MG), também recuperada.
    Pena que tantas outras foram criminosamente cortadas e vendidas a preço de banana, como aconteceu no depósito de Governador Portela-RJ.

  • Elaine

    Sou guia de turismo e, realmente, é um prazer fazer o percurso Campinas/Jaguariuna. Meu percurso de trabalho preferido. Não há quem não se apaixone!

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  • FERNANDO CONDE SANGENIS

    Sou apaixonado por trens à vapor (Maria Fumaça) desde a idade de 8 anos (1951). Não sou ferroviário e nem tenho parentes nessa profissão de elevada responsabilidade e conhecimento de máquina à vapor.
    Utilizei na Década de 50 os trens que partiam de Niterói com destino a Nova Friburgo, embora, ficasse na Estação de Theodoro de Oliveira. onde meu avô materno, era propriietário do “Sítio da Figueira” há 1.100 metros de altitude sobre o mar. Veio daí minha grande paixão. Quando criança sonhava em ser maquinista. Tudo observava, desde as manobras em pátio, até a subida da Serra do Mar, em sistema de Cremalheiras. A troca de locomotivas e etc. Sou fã até, hoje, aos 73 anos de idade. Ingressei na ABPF em 2003, em São Lourenço, MG.

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